Equipe do Projeto AdaptAÇÃO recebe representantes do núcleo estadual do Observatório das Metrópoles para visita técnica em áreas de risco


Visita faz parte de uma consultoria que o município conquistou ao concorrer com mais de 100 cidades.

 

 

 

A equipe técnica do município que integra o Projeto AdaptAÇÃO recebeu, nesta terça-feira (5), representantes do núcleo estadual do Observatório das Metrópoles para uma visita de campo. O grupo, composto por 16 profissionais, percorreu três regiões da cidade.

Foz do Iguaçu foi selecionada para receber a consultoria entre 171 municípios brasileiros. A cidade obteve a melhor nota com a proposta técnica apresentada.

Na vista desta quarta, os profissionais estiveram em áreas de ocupação irregular com risco de alagamentos nas regiões Norte, Nordeste e Sul do município. Durante a atividade, foram identificados pontos de vulnerabilidade e realizado o levantamento de informações. Os dados irão subsidiar ações como foco na adaptação às mudanças climáticas.

O Projeto AdaptAÇÃO é uma iniciativa da Divisão de Plano Diretor Municipal (DVPDM) desenvolvida em parceria com o Ministério das Cidades, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (IPPUR) e o Observatório das Metrópoles. O objetivo é fortalecer políticas públicas urbanas de sustentabilidade, resiliência e inclusão social.

No município, a equipe técnica foi formada em abril deste ano e é responsável pelo desenvolvimento das atividades, pela articulação entre diferentes setores e pelo apoio à elaboração e revisão de instrumentos de política urbana, conforme as diretrizes do projeto.

Para o coordenador do projeto em Foz do Iguaçu, o servidor Lucca Grzeczeczen Gonçalves, a visita foi positiva. “A visita foi muito importante para a integração entre os setores das diferentes secretarias que lidam com os problemas ligados à mudança climática em Foz do Iguaçu. Momentos como esse servem para uma maior articulação entre os servidores em busca da melhor solução para os problemas observados em campo”, ressalta.


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Fonte: Franciele John

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