Rebeca Andrade Ă© celebrada por lendas do esporte brasileiro



Os Jogos de Paris (França) foram o palco no qual Rebeca Andrade assumiu o posto de maior medalhista do Brasil entre homens e mulheres na história dos Jogos Olímpicos. Isto porque a jovem de 25 anos de idade subiu ao pódio em quatro oportunidades no megaevento esportivo realizado na capital francesa (um bronze na disputa por equipes, um ouro no solo e duas pratas, no individual geral e no salto), chegando ao total de seis conquistas olímpicas (considerando as duas glórias alcançadas em Tóquio) e superando duas lendas do esporte brasileiro, os velejadores Robert Scheidt e Torben Grael.

BicampeĂŁ olĂ­mpica. đŸ„‡đŸ„‡Seis vezes medalhista. đŸ€žđŸŸâ€â™‚ïžA maior medalhista olĂ­mpica do Brasil em toda a histĂłria. đŸ‡§đŸ‡·Faltam adjetivos para descrever Rebeca Andrade! 👑#TimeBrasil #JogosOlĂ­mpicos #Hemmer pic.twitter.com/vWmB4oJy7S
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Em entrevista concedida nesta quarta-feira (7) ao ComitĂȘ OlĂ­mpico do Brasil (COB), Torben Grael, que tem cinco medalhas olĂ­mpicas no currĂ­culo (dois ouros, uma prata e dois bronzes), celebrou o feito de Rebeca Andrade, um sinal de evolução do esporte brasileiro: “Quanto mais atletas brasileiros alcançarem esses resultados, melhor. É sinal de que o esporte no Brasil estĂĄ tendo bons resultados. A Rebeca fez dois excelentes Jogos OlĂ­mpicos, em TĂłquio e especialmente aqui na França. EntĂŁo sĂł podemos estar superfelizes com esse resultado”.

JĂĄ Robert Scheidt, que tambĂ©m subiu em cinco oportunidades em pĂłdios olĂ­mpicos (dois ouros, duas pratas e um bronze) destacou o fato de as glĂłrias de Rebeca servirem de motivação para as novas geraçÔes se envolverem com o esporte: “Ela fez histĂłria em Paris chegando a seis medalhas olĂ­mpicas. Estamos muito contentes por esse sucesso todo dela. Acho que vai ser muito positivo, vai impactar a juventude brasileira. Acho que sĂł incentiva as crianças a entrarem para a ginĂĄstica, para os esportes no geral”.

Mas Rebeca pode ter companhia no posto de maior medalhista do Brasil na história das Olimpíadas até o final das disputas em Paris. Isto porque o baiano Isaquias Queiroz, que jå tem quatro glórias olímpicas na carreira, disputa duas provas de canoagem nos Jogos da capital francesa: C1 1000 metros (canoa individual) e C2 500 metros (canoa dupla).

MAIS UMA SEMIFINAL! đŸ‘đŸœđŸ‡§đŸ‡·Isaquias Queiroz fica na 2ÂȘ posição da bateria e avança direto Ă s semis do C1 1000m na canoagem velocidade, sem precisar passar pelas quartas de final. O brasileiro Ă© o atual campeĂŁo olĂ­mpico da prova.A disputa por medalhas acontecerĂĄ na sexta-feira
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— Time Brasil (@timebrasil) August 7, 2024

Maiores medalhistas do Brasil na histĂłria dos Jogos OlĂ­mpicos

1. Rebeca Andrade (ginĂĄstica artĂ­stica) – 6 medalhas: ouro no salto (TĂłquio 2020), ouro no solo (Paris 2024), prata individual geral (TĂłquio 2020), prata individual geral (Paris 2024), prata no salto (Paris 2024) e bronze por equipes (Paris 2024).

2. Robert Scheidt (vela) – 5 medalhas: ouro (Atlanta 1996), ouro (Atenas 2004), prata (Sydney 2000), prata (Pequim 2008) e bronze (Londres 2012).

3. Torben Grael (vela) – 5 medalhas: ouro (Atlanta 1996), ouro (Atenas 2004), prata (Los Angeles 1984), bronze (Seul 1988) e bronze (Sydney 2000).

4. Serginho (vĂŽlei) – 4 medalhas: ouro (Atenas 2004), ouro (Rio 2016), prata (Pequim 2008) e prata (Londres 2012).

5. Isaquias Queiroz (canoagem) – 4 medalhas: ouro (TĂłquio 2020), duas pratas (ambas na Rio 2016) e bronze (Rio 2016).


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